"De que sou eu se não feita apenas de carne e osso?
De que tanto sofro se não apenas de desgosto?
De que me adianta gritar se você não vai me escutar?
De que adianta pedir por mais um dia se não for por alegria?
De que tanto espero se não apenas desespero?
De que tanto sonho para deixar no sono?"
"Por que você insiste em ficar se te quero porta à fora?
Por que você me olha com carinho se não te quero nem estimo?
Por que você me culpa se eu não te atinjo com ternura?
Por que você fecha os olhos se não tem medo de olhares?
Por que você cede se nenhuma vez você sucede?
Por que você ainda tenta se não conseguiu sua ferramente?
Por que você ainda tenta responder aos porquês de ser ciumenta?"
Acho que já perdi a conta de quantas vezes e de quantos blogs eu tive até chegar no Carta Extraviada. Eu não pretendo abandonar ele. Porque eu acho que tem muita coisa que como uma pessoa doente, no caso, eu, posso dividir. Desde as medicações, minhas histórias, minhas limitações, barreiras que eu consegui vencer, amores que não deram certo, sobre minha faculdade; e até coisas bobas como esmaltes que eu adoro, roupas que eu compro, a tinta que eu pinto meu cabelo, o meu vício pela cultura asiática desde a música até os dramas (conhecidos por doramas) ou e até mesmo só uma matéria que eu achei interessante na internet com um comentário meu.
Eu escolhi esse nome pelo fato de que acho que cartas contém muito sentimento, e provavelmente é uma das coisas que eu mais gosto de fazer, é escrever cartas. E para quem não sabe, o "extravio" significa a perda de caminho. Ou seja, são basicamente sentimentos que eu perdi por ai mas estou tentando recuperar. Por enquanto eu só estou terminando de montar o blog, ainda tenho que escrever muita coisa aqui.
- Só não se deixe levar pelo vento. Só coisas sem vida, como uma folha que acabou de cair da árvore, acompanha ele.





Nenhum comentário:
Postar um comentário