Não importa.

Não importa o quanto eu me arrependa, eu jamais vou parar de criar expectativas. E adoro esperar o melhor de tudo, e sempre achar que o meu caminho pode ser longo, mas que no final, tudo valerá a pena. Não importa o quanto eu quebre a cara, eu nunca vou deixar de tentar, jamais. Desistir não é comigo. Nunca foi e nunca vai ser. Também não importa o quanto eu me machuque, eu nunca vou deixar de confiar nas pessoas e até mesmo de amá-las, porque a vida é curta demais pra gente não tomar nosso sorvete favorito, assim como ficar em abraços demorados.


Acredito que não vai fazer muito sentido o que eu vou dizer, aliás, eu sempre acho que eu não faço sentido nenhum. Mas pensar em escrever, ou até mesmo escrever, anda me deixando muito para baixo. Acho que por isso eu parei de novo de vir aqui. Eu sei que eu sempre volto, mas mesmo assim, dessa vez foi muito estranho. Eu só queria deixar registrado aqui que estou experimentando meu quarto antidepressivo. Pristiq, o nome, além de também estar tomando um segundo remédio, o Donaren. Acho que o saldo é positivo, pelo menos por agora. Sei lá. Eu espero que eu consiga parar no quarto.

E eu não me sinto mal por já ter passado por três remédios e eles não terem funcionado. É aquela história, cada um é cada um, não tem como a gente padronizar um remédio assim, cada corpo sente de um jeito, cada mente tem seus fantasmas, nada é igual. Por isso que é sempre demorado chegar no remédio ideal.

E é isso, tô levando a vida pra frente.